sexta-feira, 21 de junho de 2013

1,2,3

Aí eu vejo esses sites em que as mães têm infinita paciência e até fazem os próprios brinquedos e ainda brincam por horas com seus filhos. Em que elas sabem tudo e o que não sabem pesquisam por laudas e laudas. Em que tudo tem um porquê, mas mais: tem um melhor e um mais correto. Em que os alimentos são os melhores, bem como os utensílios, as roupas...
E aí penso no quê, de tão ruim, meu filho fez pra nascer aqui comigo.
E choro.
Mas choro mais ainda, com pesar e gratidão, quando descubro a razão, assim, quase tão rápida quanto a pergunta: ele nasceu de mim pra tornar melhor a mim.
Nessa altura da vida, ainda tendo que tomar lições de um bebê. Nessa altura da vida, ainda tão pequena e incapaz.


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