segunda-feira, 25 de junho de 2007

Fala de verdade!



(...)"O cartão informa: “M1D ou marido por um dia. Prestação de serviços em geral (em toda Belo Horizonte). Seriedade e confiança”. No verso, uma série de habilidades práticas (veja a lista). E, de quebra, ainda apresenta atestado de bons antecedentes e referência de serviços prestados.
Foi assim que Cláudio Nolasco, de 44 anos, ganhou a simpatia de mulheres de BH, exaustas com o acúmulo de funções em casa. Conhecido como MacGyver pelos amigos de infância, justamente em função de suas habilidades em montar e desmontar brinquedos, ele fez um curso técnico de eletricidade, em 1981, mas, dois anos depois, embarcou para os Estados Unidos em busca do sonho americano. Com a cara e a coragem e um dicionário de inglês/português debaixo do braço, fez de tudo na terra do Tio Sam."(...)
"Faço suas compras; motorista e/ou ajudo em decorações; arrumo e organizo sua casa; instalo equipamentos, faço pequenos reparos e pinturas; troco fechaduras e vidros e até lavo e limpo seu carro. Ajudo seus filhos no para casa, ensino inglês em todos os níveis, acompanho idosos ao médico, tomo conta de animais (inclusive quando você viaja)."


Ah, gente, mas o mundo é um lugar bom demais de viver, né não? Imagina se a gente conseguir um "servicinho" a mais por uma módica gorgeta e isso ser totalmente regulamentado e normal?
Assim vai rolar até ser chamada "patroa".

4 comentários:

Halem Souza (Quelemém) disse...

Bom, eu não acharia o mundo "um lugar bom demais de viver" nem se tivesse uma "esposa por um dia"...

Casos como esse só vem para mostrar que o mercado de serviços está em ampla expansão (e diversificação, acrescento).

Um abraço.

Escafandrista disse...

Nem precisa grana, Rosi. Usa a tradicional encoxada enquanto o serviçal lava os pratos (se bem que pra mulher não tem tanta graça). :-(

Kenji disse...

lembrei de um cara que se oferecia como escravo pela internet para várias atividades :-)

:: She said :: disse...

maldaaaaaaaaaaaaaaaaade...