quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006

Até agora se eu me encontrar com Deus e ele me perguntar qual é a minha definição de o que é o mundo, hoje eu responderia:
Uma quantidade abrangente de plantas de uma tecnologia de funcionamento sobre-humano e uma quantidade significativa de humanos de função vegetal.
E as baratas? Bom, não deve ser á toa que elas sobreviverão a um ataque nuclear e não é questão de humanidade...
Mas a questão não é essa, a questão é por que. Por que as pessoas escolhem o caminho mais fraco. Por que, sabendo que um indivíduo em si já é uma coisa complexa, abdica-se da tentativa de se questionar, de se analisar, de se ver.
Sim, para mim é um absurdo completo um abismo sem significação existir uma comunidade no orkut chamada “eu gosto de ervilha” (ou coisa parecida).
Que necessidade é essa de tudo ou de nada? (porque convenhamos, esse nome não é nem engraçado). Isso é só um exemplo, veio à cabeça por nada ou quase nada.
Vê-se a pobreza, a real, a física e principalmente a que diz respeito à cultura e com isso estou me referindo ao processo de identidade social. O mesmo processo que rege as relações entre as pessoas e que numa linha quase reta afeta o sentimento delas.
E isso leva a uma questão ainda pior que é o empobrecimento dos sentimentos humanos, a barreira entre nós e os seres irracionais. Essa que pelo jeito anda se estreitando cada vez mais.


(Pintura: Jackson Pollok)

3 comentários:

Kenji disse...

a preguiça é a fonte de todo o mal.
a tendência do universo é que a entropia aumente. diminuir a entropia através da organização exige energia.
nossa civilização, cultura e evolução são processos que vão contra a tendência universal.

essa é a minha teoria

enquanto dá disse...

mar lá vai né? E se tem energia pra organizar coisa ruim tem pra organizar coisa boa, não?

Kenji disse...

fazer qq coisa mal é sempre mais fácil